Ir para o conteúdo
Todos os artigos

Meia-vida de peptídeos e esteroides: tabela completa

Tabela organizada com as meias-vidas aproximadas de peptídeos, hormônios e esteroides, acompanhada de referências e contexto para interpretar os dados.

Meia-vida de peptídeos e esteroides: tabela completa

Por Gabriel Tejada

Esteróides Anabolizantes

EsteroideÉster/FormaMeia-vida aproximada
TestosteronaPropionato1,04 dia
TestosteronaEnantato7,19 dias
TestosteronaCipionato6,9 dias
TestosteronaUndecanoato20–33,9 dias
TrembolonaAcetato1,5 dia
TrembolonaEnantato11 dias
TrembolonaHexahidrobenzilcarbonato8 dias
NandrolonaFenilpropionato2,4 dias
NandrolonaDecanoato10,2 dias
DrostanolonaPropionato2 dias
DrostanolonaEnantato4,5 dias
BoldenonaUndecilenato5,13 dias
MetenolonaInjetável10,5 dias
EstanozololOral9 horas
OxandrolonaOral6,7 horas

Peptideos

PeptídeoMeia-vida aproximada
Sermorelina10–20 min
Tesamorelina~13 min
Ipamorelina~2 h
HGH~4,1 h
hCG~32–39 h
CJC-1295 DAC5,8–8,1 dias
Semaglutida~6,5 dias
Tirzepatida~4,86 dias
Retatrutida~6,14 dias
Cagrilintida~6,63–8,13 dias
Survodutida~6 dias
Eloralintida~12,9–15,3 dias

A meia-vida é um dos principais parâmetros para compreender a farmacocinética de medicamentos, peptídeos, hormônios e esteroides anabolizantes. Ela sugere, de maneira simplificada, o tempo necessário para que a concentração de uma substância no organismo seja reduzida aproximadamente pela metade.

Neste artigo, Gabriel Tejada reúne e organiza os valores de meia-vida dos principais peptídeos, hormônios peptídicos e esteroides anabolizantes presentes na base de dados analisada, facilitando a consulta e a comparação entre diferentes compostos.

Os valores estão organizados por substância e, quando aplicável, por éster, formulação ou via de administração.

Importante: os valores apresentados neste artigo correspondem aos dados presentes na planilha analisada. Alguns valores são provenientes de estudos farmacocinéticos, enquanto outros aparecem como estimativas ou valores modelados. Portanto, eles não devem ser interpretados como valores universais para todas as formulações ou indivíduos.


O que é meia-vida?

A meia-vida farmacológica representa o período necessário para que a concentração de determinada substância no organismo seja reduzida em aproximadamente 50%.

Por exemplo, se uma substância possui meia-vida de 5 dias, isso não significa que ela será completamente eliminada depois de 5 dias.

De maneira simplificada:

  • 1 meia-vida: aproximadamente 50% permanece
  • 2 meias-vidas: aproximadamente 25%
  • 3 meias-vidas: aproximadamente 12,5%
  • 4 meias-vidas: aproximadamente 6,25%
  • 5 meias-vidas: aproximadamente 3,1%

Por isso, meia-vida não é sinônimo de tempo total de eliminação.

Também é importante diferenciar meia-vida plasmática, duração do efeito farmacológico e tempo de detecção. Esses parâmetros podem apresentar diferenças importantes.



Meia-vida dos peptídeos

Os peptídeos apresentam uma enorme variação farmacocinética. Alguns possuem meia-vida de poucos minutos, enquanto outros foram desenvolvidos ou modificados para permanecer no organismo durante vários dias.

A seguir estão os principais peptídeos e hormônios peptídicos identificados na base analisada.

Glutationa

Meia-vida: aproximadamente 14,1 ± 9,2 minutos por via intravenosa (IV).

A glutationa é um tripeptídeo formado por glutamato, cisteína e glicina. O valor registrado corresponde à administração intravenosa.


Ipamorelina

Meia-vida: aproximadamente 0,0833 dia, equivalente a cerca de 2 horas.

A ipamorelina é um secretagogo do hormônio do crescimento que atua sobre o receptor GHS-R.


Sermorelina

Meia-vida: aproximadamente 10–20 minutos.

A sermorelina é um análogo do GHRH e apresenta meia-vida relativamente curta na circulação.


Tesamorelina OUU Tesamorelin

Meia-vida: aproximadamente 0,0092 dia, equivalente a cerca de 13 minutos.

A tesamorelina é um análogo do hormônio liberador do hormônio do crescimento (GHRH).


CJC-1295 com DAC

Meia-vida: aproximadamente 5,8–8,1 dias.

A presença do DAC modifica significativamente a farmacocinética do CJC-1295, proporcionando uma permanência muito mais prolongada no organismo em comparação com formas de ação curta.


HCG — Gonadotrofina coriônica humana

Meia-vida: aproximadamente 1,96 dia na base principal de peptídeos.

Também aparece no arquivo como hCG/Choriogonadotropin alfa, com valor aproximado de 32–39 horas.


HGH — Hormônio do crescimento humano

Meia-vida: aproximadamente 0,172 dia, equivalente a cerca de 4,1 horas.

Apesar da meia-vida relativamente curta na circulação, os efeitos biológicos do hormônio do crescimento podem persistir por mais tempo.


HMG — Menotropina

Meia-vida: aproximadamente 39–54 horas.

A menotropina contém gonadotrofinas com atividade de FSH e LH.


EPO — Epoetina alfa

Meia-vida: aproximadamente 25 ± 12 horas por via subcutânea.

A eritropoetina é uma glicoproteína hormonal envolvida principalmente na regulação da produção de glóbulos vermelhos.


Cagrilintida

Meia-vida: aproximadamente 6,63–8,13 dias.

A cagrilintida é um análogo de amilina de ação prolongada.


Mazdutida

Meia-vida: os valores registrados na base variam conforme a entrada, chegando a aproximadamente 7,3–44,8 dias, com outra entrada indicando 18,1 dias.

Essa diferença reforça a importância de observar a fonte, metodologia e contexto farmacocinético de cada valor.


Survodutida — BI 456906

Meia-vida: aproximadamente 6 dias.

A survodutida é um agonista dos receptores de GLP-1 e glucagon.


Eloralintida — LY3841136

Meia-vida: aproximadamente 12,9–15,3 dias.

É um agonista do receptor de amilina de ação prolongada.


SS-31 — Elamipretida

Meia-vida: aproximadamente 0,117–0,167 dia, equivalente a cerca de 2,8–4 horas.

Trata-se de um peptídeo direcionado às mitocôndrias.


ACE-031

Meia-vida: aproximadamente 10–15 dias.

O ACE-031 é uma proteína de fusão relacionada à sinalização da superfamília TGF-β e ao receptor ActRIIB.


Semaglutida

Semaglutida injetável

Meia-vida: aproximadamente 6,5 dias.

A longa meia-vida da semaglutida permite uma exposição sistêmica prolongada.

Semaglutida oral

Meia-vida registrada: aproximadamente 0,54 dia, equivalente a cerca de 13 horas.

A formulação oral apresenta características farmacocinéticas diferentes da formulação injetável.


Tirzepatida

Meia-vida: aproximadamente 4,86 dias.

A tirzepatida apresenta ação prolongada e atua sobre os receptores de GIP e GLP-1.


Retatrutida

Meia-vida: aproximadamente 6,14 dias.

A retatrutida é um agonista dos receptores de GIP, GLP-1 e glucagon em desenvolvimento clínico.


PT-141 — Bremelanotida

Meia-vida: aproximadamente 0,1125 dia, equivalente a cerca de 2,7 horas.

A bremelanotida é um agonista dos receptores de melanocortina.


BPC-157

Meia-vida registrada: aproximadamente 0,0055–0,0206 dia, equivalente a aproximadamente 8–30 minutos.

O BPC-157 é descrito na base como um pentadecapeptídeo.


Meia-vida dos esteroides anabolizantes

Os esteroides anabolizantes apresentam diferenças consideráveis de meia-vida.

Um dos principais fatores responsáveis por essas diferenças é a estrutura química da molécula e, no caso dos esteroides injetáveis, o éster utilizado.

Por esse motivo, diferentes ésteres de testosterona, por exemplo, podem apresentar velocidades de liberação e eliminação bastante diferentes.


Testosterona

Testosterona propionato

Meia-vida: aproximadamente 1,04 dia.

Testosterona enantato

Meia-vida: aproximadamente 7,19 dias.

Testosterona cipionato

Meia-vida: aproximadamente 6,9 dias.

Testosterona undecanoato

Meia-vida: aproximadamente 20–33,9 dias, dependendo da formulação registrada na base.

Testosterona fenilpropionato

Meia-vida: aproximadamente 2,5 dias.

Testosterona isocaproato

Meia-vida: aproximadamente 3,1 dias.

Testosterona decanoato

Meia-vida: aproximadamente 5,6 dias.

Testosterona em gel

Meia-vida registrada: aproximadamente 2,98 dias.

Testosterona em suspensão

Meia-vida: aproximadamente 1,38 dia.

Testosterona base sublingual

Meia-vida registrada: aproximadamente 0,0257 dia, equivalente a cerca de 37 minutos.


Trenbolona

Trenbolona acetato

Meia-vida: aproximadamente 1,5 dia.

Trenbolona enantato

Meia-vida: aproximadamente 11 dias.

Trenbolona hexahidrobenzilcarbonato

Meia-vida: aproximadamente 8 dias.

A diferença entre essas apresentações está principalmente relacionada ao éster e à velocidade de liberação da molécula.


Trestolona — MENT

Trestolona acetato

Meia-vida: aproximadamente 0,156 dia, equivalente a cerca de 3,7 horas.

A trestolona, também conhecida como MENT, é um esteroide sintético estruturalmente relacionado aos andrógenos.


Masteron — Drostanolona

Drostanolona propionato

Meia-vida: aproximadamente 2 dias.

Drostanolona enantato

Meia-vida: aproximadamente 4,5 dias.


Mesterolona — Proviron

Meia-vida: aproximadamente 0,521 dia, equivalente a cerca de 12,5 horas.

A mesterolona é um derivado oral da di-hidrotestosterona (DHT).


Nandrolona

Nandrolona fenilpropionato

Meia-vida: aproximadamente 2,4 dias.

Nandrolona decanoato

Meia-vida: aproximadamente 10,2 dias.

A diferença entre as apresentações está principalmente relacionada ao éster utilizado.


Boldenona

Boldenona undecilenato

Meia-vida: aproximadamente 5,13 dias.

Boldenona cipionato

Meia-vida: não informada na planilha analisada.


DHB — Dihidroboldenona

Meia-vida: aproximadamente 9 dias.

A DHB é um esteroide relacionado estruturalmente à família da boldenona.


Primobolan — Metenolona

Metenolona oral

Meia-vida: aproximadamente 0,208 dia, equivalente a cerca de 5 horas.

Metenolona injetável

Meia-vida: aproximadamente 10,5 dias.

A diferença entre as apresentações demonstra como a formulação e a via de administração podem alterar significativamente a farmacocinética.


Halotestin — Fluoximesterona

Meia-vida: aproximadamente 0,0833 dia, equivalente a cerca de 2 horas.


Anadrol — Oximetolona

Meia-vida: aproximadamente 0,333 dia, equivalente a cerca de 8 horas.


Dianabol — Metandrostenolona

Meia-vida: aproximadamente 0,219 dia, equivalente a cerca de 5,25 horas.


Turinabol — Clorodehidrometiltestosterona

Meia-vida: aproximadamente 0,667 dia, equivalente a cerca de 16 horas.


Winstrol — Estanozolol

Estanozolol oral

Meia-vida: aproximadamente 0,375 dia, equivalente a cerca de 9 horas.

Estanozolol injetável

Meia-vida: aproximadamente 3,42 dias.


Anavar — Oxandrolona

Meia-vida: aproximadamente 0,279 dia, equivalente a cerca de 6,7 horas.


Superdrol — Metildrostanolona

Meia-vida: aproximadamente 0,417 dia, equivalente a cerca de 10 horas.


Tabela rápida de meia-vida

Peptídeos

  • Glutationa IV: 14,1 ± 9,2 min
  • Sermorelina: 10–20 min
  • Tesamorelina: ~13 min
  • BPC-157: ~8–30 min
  • Ipamorelina: ~2 h
  • PT-141: ~2,7 h
  • HGH: ~4,1 h
  • Semaglutida oral: ~13 h
  • EPO: ~25 ± 12 h
  • hCG: ~32–39 h
  • HMG: ~39–54 h
  • Tirzepatida: ~4,86 dias
  • Semaglutida injetável: ~6,5 dias
  • Retatrutida: ~6,14 dias
  • Survodutida: ~6 dias
  • Cagrilintida: ~6,63–8,13 dias
  • CJC-1295 DAC: ~5,8–8,1 dias
  • Eloralintida: ~12,9–15,3 dias
  • ACE-031: ~10–15 dias

Esteroides anabolizantes

  • Testosterona propionato: ~1,04 dia
  • Testosterona enantato: ~7,19 dias
  • Testosterona cipionato: ~6,9 dias
  • Testosterona undecanoato: ~20–33,9 dias
  • Trenbolona acetato: ~1,5 dia
  • Trenbolona enantato: ~11 dias
  • Trenbolona hexahidrobenzilcarbonato: ~8 dias
  • Drostanolona propionato: ~2 dias
  • Drostanolona enantato: ~4,5 dias
  • Nandrolona fenilpropionato: ~2,4 dias
  • Nandrolona decanoato: ~10,2 dias
  • Boldenona undecilenato: ~5,13 dias
  • DHB: ~9 dias
  • Metenolona oral: ~5 h
  • Metenolona injetável: ~10,5 dias
  • Mesterolona: ~12,5 h
  • Halotestin: ~2 h
  • Anadrol: ~8 h
  • Dianabol: ~5,25 h
  • Turinabol: ~16 h
  • Winstrol oral: ~9 h
  • Winstrol injetável: ~3,42 dias
  • Anavar: ~6,7 h
  • Superdrol: ~10 h
  • Trestolona acetato: ~3,7 h

Meia-vida não é igual à duração do efeito

Um dos erros mais comuns ao interpretar a farmacocinética de esteroides e peptídeos é assumir que uma substância deixa de produzir efeitos imediatamente após o período correspondente à sua meia-vida.

Isso não ocorre necessariamente.

A meia-vida descreve principalmente a velocidade de redução da concentração da substância, enquanto a duração do efeito farmacológico pode depender de vários outros fatores:

  • concentração plasmática;
  • distribuição nos tecidos;
  • afinidade pelos receptores;
  • metabólitos ativos;
  • ligação às proteínas plasmáticas;
  • via de administração;
  • formulação;
  • velocidade de absorção;
  • características individuais.

Por isso, duas substâncias com meia-vidas semelhantes podem apresentar duração de ação diferente.


Por que os ésteres alteram a meia-vida dos esteroides?

Nos esteroides anabolizantes injetáveis, a esterificação é utilizada para modificar as características farmacocinéticas da molécula.

De maneira geral, determinados ésteres mais longos permitem uma liberação mais lenta a partir do depósito formado após a aplicação.

Isso ajuda a explicar diferenças como:

Testosterona propionato → ~1 dia

Testosterona enantato → ~7 dias

Testosterona undecanoato → dezenas de dias

A molécula hormonal de referência é relacionada, mas a modificação química e a formulação podem alterar significativamente a velocidade de liberação e eliminação.


Meia-vida e acúmulo no organismo

Outro conceito importante é o acúmulo.

Quando uma substância é administrada repetidamente antes de ser completamente eliminada, parte da dose anterior ainda permanece no organismo quando uma nova dose é administrada.

Por isso, substâncias de meia-vida longa tendem a apresentar maior acúmulo e demoram mais para atingir e abandonar um estado farmacocinético estável.

Esse fenômeno também explica por que alterações na exposição de um composto de meia-vida longa podem permanecer por um período considerável após uma mudança na administração.


Conclusão

A meia-vida é uma das informações mais importantes para compreender a farmacocinética de peptídeos, hormônios e esteroides anabolizantes.

Como demonstra esta lista compilada por Gabriel Tejada, existe uma enorme diferença entre os compostos: alguns apresentam meia-vida de poucos minutos, enquanto outros permanecem no organismo durante vários dias ou até semanas, dependendo da molécula e da formulação.

Nos esteroides anabolizantes, o éster exerce papel importante na velocidade de liberação do composto. Já entre os peptídeos, modificações estruturais e estratégias de formulação podem aumentar significativamente a permanência da molécula na circulação.

É fundamental, entretanto, interpretar esses números dentro do contexto farmacocinético correto. A meia-vida pode variar de acordo com o estudo, indivíduo, formulação, via de administração e método utilizado para sua determinação.

Os valores apresentados neste artigo são os registrados na base de dados analisada e não devem ser considerados valores absolutos para todas as apresentações comerciais.

Todos os valores apresentados inclusive são a base de dados das calculadoras do site, onde elas mostram os picos e vales, dose acumulada, pico plasmático…do Site Gabriel Tejada.


Sobre Gabriel Tejada

Gabriel Tejada é criador de conteúdo e pesquisador independente nas áreas relacionadas a esteroides anabolizantes, peptídeos, farmacologia, suplementação, treinamento e performance.

Este material foi organizado com o objetivo de facilitar a consulta e a compreensão dos principais parâmetros de meia-vida de diferentes compostos, reunindo os dados da base analisada em um formato mais didático.

Autor: Gabriel Tejada

Referências bibliográficas

  1. JASTREBOFF, A. M. et al. Triple–Hormone-Receptor Agonist Retatrutide for Obesity — A Phase 2 Trial. New England Journal of Medicine, v. 389, p. 514–526, 2023. DOI: 10.1056/NEJMoa2301972. O estudo relata meia-vida aproximada de 6 dias para a retatrutida.
  2. TEICHMAN, S. L. et al. Prolonged stimulation of growth hormone (GH) and insulin-like growth factor I secretion by CJC-1295, a long-acting analog of GH-releasing hormone, in healthy adults. Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism, 2006. DOI: 10.1210/jc.2005-1536. O trabalho estimou meia-vida de 5,8–8,1 dias para o CJC-1295.
  3. WIJNAND, H. P.; BOSCH, A. M.; DONKER, C. Pharmacokinetic parameters of nandrolone (19-nortestosterone) after intramuscular administration of nandrolone decanoate (Deca-Durabolin) to healthy volunteers. Acta Endocrinologica Supplementum, v. 271, p. 19–30, 1985. DOI: 10.1530/acta.0.109s00019. O estudo encontrou meia-vida média de aproximadamente 6 dias para a liberação do éster a partir do depósito intramuscular.
  4. BAGCHUS, W. M. et al. Pharmacokinetic evaluation of three different intramuscular doses of nandrolone decanoate: analysis of serum and urine samples in healthy men. Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism, v. 90, n. 5, p. 2624–2630, 2005. DOI: 10.1210/jc.2004-1526. O estudo encontrou meia-vida terminal de aproximadamente 7–12 dias.
  5. DE VIS, J. Pharmacokinetics and pharmacodynamics of nandrolone esters in oil vehicle: effects of ester, injection site and injection volume. Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism, 1997. O estudo avaliou como diferentes ésteres, locais de aplicação e volumes de veículo modificam a farmacocinética da nandrolona.
  6. SCHÜRMEYER, T.; NIESCHLAG, E. Comparative pharmacokinetics of testosterone enanthate and testosterone cyclohexanecarboxylate as assessed by serum and salivary testosterone levels in normal men. International Journal of Andrology, v. 7, n. 3, p. 181–187, 1984. DOI: 10.1111/j.1365-2605.1984.tb00775.x.
  7. WEINBAUER, G. F. et al. Pharmacokinetics and pharmacodynamics of testosterone enanthate and dihydrotestosterone enanthate in non-human primates. Acta Endocrinologica, v. 122, n. 4, p. 432–442, 1990. DOI: 10.1530/acta.0.1220432.
  8. FUJIOKA, M. et al. Pharmacokinetic properties of testosterone propionate in normal men. Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism, v. 63, n. 6, p. 1361–1364, 1986. DOI: 10.1210/jcem-63-6-1361.
  9. SHINOHARA, Y.; FUJIOKA, M.; BABA, S. Pharmacokinetic studies of testosterone propionate using gas chromatography/mass spectrometry/selected ion monitoring. Biomedical and Environmental Mass Spectrometry, 1988. DOI: 10.1002/bms.1200160144.
  10. SCHUBERT, M. et al. Intramuscular injection of testosterone undecanoate for the treatment of male hypogonadism: phase I studies. European Journal of Endocrinology, v. 140, p. 414–419, 1999. DOI: 10.1530/eje.0.1400414. O estudo encontrou meia-vida de aproximadamente 33,9 dias para a preparação em óleo de rícino e 20,9 dias para a preparação em óleo de semente de chá.
  11. U.S. FOOD AND DRUG ADMINISTRATION (FDA). Testosterone Cypionate — Prescribing Information. O documento regulatório informa meia-vida aproximada de 8 dias após administração intramuscular de cipionato de testosterona.
  12. U.S. FOOD AND DRUG ADMINISTRATION (FDA). AVEED (testosterone undecanoate) injection — Prescribing Information. Documento oficial de informação farmacológica do undecanoato de testosterona.
  13. U.S. FOOD AND DRUG ADMINISTRATION (FDA). Oxandrolone Tablets — Clinical Pharmacology/Pharmacokinetic Review. O documento regulatório registra meia-vida terminal de aproximadamente 9,4 horas para a oxandrolona oral.
  14. LAZARUS, A. et al. A Randomized Trial Investigating the Pharmacokinetics, Pharmacodynamics, and Safety of Subcutaneous Semaglutide Once-Weekly in Healthy Male Japanese and Caucasian Subjects. Clinical Pharmacokinetics, 2018. O estudo descreve meia-vida de aproximadamente uma semana para a semaglutida.
  15. KNUDSEN, L. B.; LAU, J. The discovery and development of liraglutide and semaglutide. Literatura farmacológica sobre os análogos de GLP-1 de ação prolongada.
  16. U.S. FOOD AND DRUG ADMINISTRATION (FDA). Semaglutide — Prescribing Information. O documento regulatório atual descreve meia-vida de aproximadamente uma semana e permanência da semaglutida na circulação por cerca de cinco semanas após a última dose.
  17. URVA, S. et al. Pharmacokinetics, pharmacodynamics, efficacy, and safety of tirzepatide. Estudos clínicos e farmacocinéticos sobre o agonista GIP/GLP-1 de ação prolongada.
  18. U.S. FOOD AND DRUG ADMINISTRATION (FDA). Mounjaro (tirzepatide) — Prescribing Information. O documento informa meia-vida de eliminação de aproximadamente 5 dias para a tirzepatida, compatível com administração semanal.
  19. Clinical Pharmacokinetics of Semaglutide: A Systematic Review. PubMed, 2024. Revisão sistemática que reuniu dados farmacocinéticos da semaglutida após administração oral e subcutânea.